sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A loucura do Evangelho ou as Loucuras dos Evangélicos?


O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios que a palavra da cruz é loucura para a mente carnal e natural, para aqueles que estão perecendo (1Co 1:18, 21, 23; 2.14; 3.19). Ele mesmo foi chamado de louco por Festo quando lhe anunciava esta palavra (Atos 26.24). Pouco antes, ao passar por Atenas, havia sido motivo de escárnio dos filósofos epicureus e estóicos por lhes anunciar a cruz e a ressurreição (Atos 17:18-32). O Evangelho sempre parecerá loucura para o homem não regenerado. Todavia, não há de que nos envergonharmos se formos considerados loucos por anunciar a cruz e a ressurreição. Como Pedro escreveu, se formos sofrer, que seja por sermos cristãos e não como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outros (1Pedro 4.15-16).

Nesta mesma linha, na carta que escreveu aos coríntios, o apóstolo Paulo, a certa altura, pede que eles evitem parecer loucos: "Se, pois, toda a igreja se reunir no mesmo lugar, e todos se puserem a falar em outras línguas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, não dirão, porventura, que estais loucos?" (1Co 14:23). Ou seja, o apóstolo não queria que os cristãos dessem ao mundo motivos para que nos chamem de loucos a não ser a pregação da cruz.

Infelizmente os evangélicos - ou uma parte deles - não deu ouvidos às palavras de Paulo, de que é válido tentarmos não parecer loucos. Existe no meio evangélico tanta insensatez, falta de sabedoria, superstição, coisas ridículas, que acabamos dando aos inimigos de Cristo um pau para nos baterem. Somos ridicularizados, desprezados, nos tornamos motivo de escárnio, não por que pregamos a Cristo, e este, crucificado, mas pelas sandices, tolices, bobagens, todas feitas em nome de Jesus Cristo.

O que vocês acham que o mundo pensa de uma visão onde galinhas falam em línguas e um galo interpreta falando em nome de Deus, trazendo uma revelação profética a um pastor? Podemos dizer que o ridículo que isto provoca é resultado da pregação da cruz? Ou ainda, o pastor pião, que depois de falar línguas e profetizar rodopia como resultado da unção de Deus? (foto) Ou ainda, a "unção do leão" supostamente recebida da parte de Deus durante show gospel, que faz a pessoa andar de quatro como um animal no palco?

Eu sei que vão argumentar que Deus falou através da burra de Balaão, e que pode falar através de galináceos ungidos. Mas, a diferença é que a burra falou mesmo. Ninguém teve uma visão em que ela falava. E deve ter falado na língua de Balaão, e não em línguas estranhas. Naquela época faltavam profetas - Deus só tinha uma burra para repreender o mercenário Balaão. Eu não teria problemas se um galinheiro inteiro falasse português na falta de homens e mulheres de Deus nesta nação. Mas não me parece que este é o caso.

Sei que Deus mandou profetas andarem nus e profetizarem e fazerem coisas estranhas como esconder cintos de couro para apodrecerem. E ainda mandou outros comerem mel silvestre e gafanhotos e se vestirem de peles de animais. Tudo isto fazia sentido naquela época, onde a revelação escrita, a Bíblia, não estava pronta, e onde estes profetas eram os instrumentos de Deus para sua revelação especial e infalível. Não vejo qualquer semelhança entre o pastor pião, a pastora leoa e o profeta Isaías, que andou nu e descalço por três anos como símbolo do que Deus haveria de fazer ao Egito e à Etiópia (Is 20:2-4).

Eu sei que o mundo sempre vai zombar dos crentes, mas que esta zombaria, como queria Paulo, seja o resultado da pregação da cruz, da proclamação das verdades do Evangelho, e não o fruto de nossa própria insensatez.

Eu não me envergonho da loucura do Evangelho, mas das loucuras de alguns que se chamam de evangélicos.

Autor: Augustus Nicodemus Lopes
Fonte: [
O Tempora, O Mores ]

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Até que provem o contrário, somos hipócritas


 
Por Geremias do Couto


Por favor, não me tenha por agressivo. O que descrevo nas linhas abaixo é apenas o retrato em preto e branco daquilo que realmente somos. Em minha já longa estrada é o que mais vejo no meio religioso. Até os verdadeiros santos admitem que são hipócritas. Somos o nosso próprio arquétipo. Mas se você é daqueles que “já alcançou grau elevado” acima dos simples mortais siga adiante e nem se dê ao trabalho de ler o texto. Ele foi escrito para os que estão na terra, os que choram pelas suas graves deficiências, os que não gostariam de ser o que são, cheios de falhas, mas ao mesmo tempo se encantam quando se veem abraçados pela graça, que os eleva à condição de pecadores maltrapilhos assentados à mesa no banquete do Grande Rei. É para esses, incluindo a mim, que o texto foi escrito, não para você.

Somos hipócritas quando usamos o nosso verdadeiro perfil nas redes virtuais para “vender” credibilidade, mas não nos causa nenhum asco usar “fakes” de toda ordem para expor a podridão do nosso coração.

Somos hipócritas quando em nossos discursos aparentamos usar e enaltecer a graça, mas, ao contrário, em nossa prática valorizamos com desavergonhada idolatria o sistema religioso.

Somos hipócritas quando usamos a fé em nossos mais diversos relacionamentos para ganhar a confiança, mas, na verdade, o nosso interesse é mesmo construir um reino estritamente pessoal.

Somos hipócritas quando exteriormente demonstramos simpatia por alguém, até com um sorriso maroto nos lábios, enquanto, por dentro, o nosso autêntico desejo é comer-lhe o fígado.

Somos hipócritas quando vestimos uma roupa que não nos cabe e nem nos pertence e queremos com isso que as pessoas acreditem que somos aquilo que não somos.

Somos hipócritas quando usamos a graça como desculpa para pecar, mas não nos submetemos a ela para resistir ao pecado.

Somos hipócritas quando dizemos alto e bom som que os nossos feitos são para a glória de Deus, mas nossa linguagem, em sua mais arguta sutileza, demonstra que, no fundo, são mesmo para a nossa glória.

Somos hipócritas quando criticamos o comercialismo sem escrúpulo que grassa desavergonhadamente no meio evangélico, mas adotamos ao mesmo tempo, ainda que em menor escala, o mesmo comportamento, como “caixeiros-viajantes” pelo país.

Somos hipócritas quando nos tornamos a palmatória do mundo em nome de aparente santidade, mas na verdade isso não passa de biombo para esconder as próprias fragilidades.

Somos hipócritas quando, para demonstrar zelo pela Casa de Deus, não nos constrangemos em expor os “grandes” pecados alheios, enquanto em nossa vida pessoal nos olvidamos dos “pequenos” pecados, que praticamos cada dia.

Somos hipócritas quando desprezamos a integridade e passamos a defender o erro em nome de suposta fidelidade.

Somos hipócritas quando, para aparentar nobreza de caráter, subjugamo-nos à lei, vilipendiamos a graça e, por causa disso, alimentamos cada vez mais o nosso complexo de culpa.

Somos hipócritas quando, em nome de suposta educação, deixamos de ser o que somos com o temor de nos tornarmos desagradáveis.

Somos hipócritas quando, em nome de interesses próprios, abrimos mão de convicções espirituais para receber benefícios de uma circunstância.

Somos hipócritas quando em nossa itinerância tornamos a nossa pregação mecanicista, como se fosse o mero repetir de uma gravação, simplesmente para agregar valor ao “produto” que vamos vender ao final da reunião.

Há remédio contra a hipocrisia? Ela é parte de nossa natureza, que abriga também outros sentimentos nada confortáveis. Lutar contra a hipocrisia em nossa força carnal de nada adianta. Submetê-la ao legalismo da opressão religiosa só faz aprofundá-la. Nosso conforto é simplesmente submeter-nos sem reservas à bendita e doce graça do nosso amado Jesus para que ela seja a força motriz a moldar o nosso caráter e para onde possamos correr todas as vezes em que a hipocrisia, ou qualquer outro maléfico sentimento, aflorar em nossos relacionamentos. Se você é honesto, há de concordar que isso ocorrerá com certa frequência, mas a graça estará ali como o seu abrigo nas horas do fracasso. Chegará um tempo em que esses sentimentos já não terão domínio sobre o seu coração, ainda que vez ou outra queiram manifestar as suas unhas afiadas.

Cadê os ilusionistas????






 

Fonte: Genizah

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

" Minha candidatura nasceu do coração de Deus". Então, tá!

Por Clóvis Cabalau

Aproxima-se o dia das Eleições e só de uma coisa tenho certeza: mais uma vez a vitória será da democracia. Louvo a Deus por vivermos num país democrático, no qual professamos nossas crenças religiosas livremente, não precisamos morrer ou ser presos por possuir e pregar a Bíblia e, claro, podemos escolher nossos governantes por meio do voto. Não quero entrar aqui no mérito do lado sujo dessa história – inclua-se aí a venda e compra de votos, o voto de cabresto, o coronelismo ainda vigente em algumas regiões do país e outras mazelas da nossa política –, mas quero comentar algo que tem me chateado de ouvir, vindo de candidatos ditos evangélicos. Trata-se da frase abusivamente usada “Minha candidatura nasceu do coração de Deus”.

Por mais que eu queira ser simpático à candidatura dos irmãos que corajosamente dão a cara à tapa em busca de um lugar ao Sol no disputadíssimo metiê público, torço o nariz quando ouço a referida máxima. De duas uma: ou grande parte das campanhas de evangélicos “nasceu do coração de Deus” (mas fica difícil crer, a julgar por uns e outros caras-de-pau que estampam cartazes por aí), ou tem gente usando cinicamente o nome do Senhor em vão.

Talvez um irritado leitor possa indagar-me: “E quem é você para dizer que essa ou aquela candidatura não nasceu do coração de Deus?” Mansamente eu responderia: “Meu amado(a), porque eu tenho cérebro e tento fazer bom uso dele”. Gente, não estou dizendo que não haja entre os candidatos cristãos (incluindo-se alguns pastores) aqueles que estejam seguindo uma autêntica direção do Senhor. O que eu não consigo engolir é esse evangeliquês desmedido, essa postura apelativa para engabelar os crentes. Por que não dizer simplesmente: “Sou candidato porque tenho tais e tais propostas; Porque vou me posicionar contra o aborto, contra o casamento homossexual (aliás, muitos preferem silenciar-se sobre esses temas, para não ferir possíveis eleitores da oposição); ou “Porque me sinto preparado para a vida pública, com honestidade, moral e competência comprovados…” Enfim, por que essa história de dizer que a candidatura “nasceu do coração de Deus”?

Ok, consideremos então que determinada candidatura foi mesmo uma revelação do Senhor, o que justificaria, claro, o uso da frase. A pergunta que faço é: Será que, além da revelação, Deus autorizou o suposto escolhido a usá-Lo como cabo eleitoral ou, em maior escala, padrinho de campanha. Ora, se é Deus que está avalizando, quem sou eu, insignificante cristão, para não votar no camarada?

Amados(as), na hora de votar, escolha consciente. Avalie, analise propostas, não se deixe levar por influências e, principalmente, movido pelo inconsciente coletivo. Vote em alguém que você confie, que você acredita, que possa representar bem os seus ideais. Valores cristãos e temor a Deus são, sem dúvida, são bons requisitos, mas não bastam. Precisa ter vocação para a vida pública, ter preparo para desempenhar esse papel e, sobretudo, ser sincero.

O que lasca é saber que palanques e igrejas estão cheios de ótimos atores. Mas, como diz a Palavra: “…nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido (Lucas 12:2)”.

Pulpito cristão

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nova edição do Big Brother Brasil tem participantes evangélicas (só faltava essa!)



Quando Boninho, diretor-geral do reality show Big Brother Brasil, anunciou que o perfil dos participantes da 12ª edição seria mais “conservador” e logo divulgou a lista com, supostamente, quatro homossexuais não me surpreendeu nem um pouquinho, já que essa é a postura da Rede Globo – fazer apologia ao homossexualismo.

Eu entendo como “conservador” aquilo que muitos críticos entendem por retrógrado, atrasado e quadrado, mas que é definitivamente parte dos bons costumes que o apóstolo Paulo advertiu que seriam corrompidos pelas más conversações (1 Coríntios 15.33). E no caso do reality show apresento a grande surpresa que poderá corromper os bons costumes: duas participantes evangélicas. A baiana Jakeline Leal e a mineira Kelly Medeiros.

Kelly, que já dançou no Aviões do Forró  se increveu a pedido do irmão mais novo. “Ela já havia tentado três vezes e tinha desistido, aí o irmão mais novo dela, que mora em Minas Gerais, pediu para ela se increver novamente. Ela atendeu o pedido e acabou chamada para o programa”, contou Milan Andrade, amiga da participante. “Ela é bem ligada a Deus. É evangélica e frequenta os cultos na Igreja”, finalizou.

Kelli Medeiros, participante evangélica do BBB12 (Foto: Facebook)

Kelli Medeiros, participante evangélica do BBB12 (Foto: Facebook)

Para muitos essa é uma oportunidade de pregar o evangelho (pregar o evangelho?). Mas entendo que muitas pessoas já ouviram o evangelho e entendem que ele é a verdade de Deus para a salvação (João 14.6), mas resistem em aceitar a Cristo como Salvador (João 3.16), em virtude de ter de abrir mão de seus próprios interesses (seguir costumes), prazeres, amigos, que são contrários a uma decisão tão séria, que implica mudar completamente a maneira de ser, de viver, de pensar e de agir. E Jesus foi incisivo com relação a renúncia como fator indispensável para que alguém possa ser verdadeiramente discípulo (Lucas 9.23).

O plano da Rede Globo é muito claro: agregar todas as religiões, crenças, opções, para ganhar mais audiência. Mas Jesus nos advertiu de como deveria ser o nosso testemunho como cristão (Mateus 5.13) e nos advertiu de que o verdadeiro testemunho cristão resplandece diante dos homens (Mateus 5.16). O crente em Jesus não tem luz própria, não tem estrelato (2 Pedro 1.19), pois na verdade somos iluminados por Cristo, a “resplandecente estrela da manhã” (Apocalípse 22.16).

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Vai gostar do inferno assim lá longe!



Já não bastava o Livreto: Divinas revelações do inferno! Agora surge essa pastora com 15 idas no inferno, deve ser um testemunho e tanto ein?

Ela vai mais no inferno do que no céu, veja no cartaz:

15 idas no inferno
7 idas no ceu




sábado, 10 de dezembro de 2011

Festival Promessas: Presente da Globo ou Fraqueza do Gospel?



Por Antognoni Misael

Após exercer sua pedagogia entorpecente de viciar as irmãzinhas em suas novelas, cauterizar os “irmãos crentassos” no futebol do domingo a tarde e de uma forma geral, apreender a atenção do “rebanho gospel” nas noitadas dos Big-Brother’s, a Rede Globo presenteia a massa evangélica com uma programação específica – “O Festival Promessas”. Ufa… Que bom! Agora a boiada crente não precisará se desviar para as programações seculares da Globo, muito pelo contrário, abandonará os programas perniciosos para tão somente se voltar aos louvores cantados pelos representantes do “Gospel” nacional. – Será?!

Para uma grande maioria de cristãos, a presença dos “astros” do gospel na telinha global significou uma vitória e um marco na história da música evangélica. – Eu não acho nada disso!! Não pelo fato de se estar nela, mas pela forma e circunstâncias de como isso está ocorrendo. Se antes de serem globais, o “brilho” desses astros já extrapolaram o exclusivismo, estrelismo, e valor de mercado, imaginem agora o quanto o passe desses abençoados serão valorizados? Fico pensando… quanto custará um show do “Davi Sacer global” após o Troféu Promessas? Ou, o quanto custará uma ministração da “Ana Paula Valadão global”?

O que trago abaixo são algumas considerações vistas a partir do meu lugar social:

- A Globo não está interessadas em divulgar o Evangelho de Cristo – seu núcleo é abalizado numa crença mística entre espiritismo e ocultismo.

- Após perceber o crescimento substancial dos fiéis da IURD, os quais (in)diretamente contribuem para enriquecimento da emissora, logo cuidou de entrar nesse campo de disputa onde o fator religioso passa a ser determinante para exercer o domínio sobre as massas.

- Ao perceber que a população evangélica já chega aos 15% do total no Brasil, tornou-se sensato montar uma estrutura de consumo (programações, produtos, CDs, livros, shows, etc.) para esse percentual. – Quem duvida que num futuro próximo não exista um Big-brother só para crentes? (#PREMUNIÇÃO)

- A marca “Gospel” tem se mostrado bastante rentável. Isso fez com que a Som Livre, rapidamente fechasse contrato com algumas estrelas do segmento. Nesse pano de fundo, também se comporta a disputa de gravadoras da Record x Globo.

- Essa situação gera desconforto no sentido de que a Globo, uma vez que conectada a Som Livre, formatará metas de venda e valorização dos seus produtos, agenciando sempre que lhe interessar, a utilização dos seus parceiros de contrato em aparições em programações diversas, manipulando-os e usufruindo-se do relativismo religioso que tanto se adequa a diversidade religiosa das massas.

- Já os queridos astros, na desculpa de que estão levando a Palavra a Nação, correrão sérios riscos como: apresentar um Evangelho distorcido, adaptado, relativo (a exemplo do que ocorreu com Ludmila Ferber no Faustão), cair na tentação de propostas comprometedoras, passar por vexames , situações indesejadas, ou tornarem-se até mesmo paparazzos de Gezui$ (…) e por aí vai um tanto de possibilidades.

- Como a Globo se interessa somente por uma música comercial estandardizada – basta notar os comerciais do vários artistas do sertanejo universitário (mais do mesmo) – cuja estrutura decorre de uma padronização, e ao mesmo tempo possuindo detalhes que as diferenciem uma das outras, como um ritmo ou uma letra, percebeu no gospel comercial essa capacidade de produção-consumo padronizado e pretende levar a sério esse mercado.

- Canções do gospel são facilmente identificáveis pelo ouvinte, não requerendo esforço ou atenção concentrada no seu processo de escuta, excluído o esforço. Isto é, que através do método da repetição, alojam no público as frases e refrões de efeito, e num segundo momento, celebram o sucesso e legitimação dos seus hits a exemplo do “entra na minha casa…”.

- Os talentos “globais do gospel” se inserem nessa lógica de estandardização, e neste caso, a fórmula atual é cantar sobre milagres e promessas, para isso já há o chavão comercial que reforça as estratégias de mercado: “Você adora, a Som Livre toca”. Fico pensando: quem está se aproveitando de quem? – Não dá pra ser tão nonsense acreditando que a Globo foi tão comovida pelos mantras!

- Por último, em meio a toda essa engrenagem que envolve mídia, gravadoras, audiência e lucro, existe o desejo ínfimo destes artistas globais de (…) glorificarem a Deus.
Pra encerrar, quero deixar meus pêsames aos queridos irmãos e grupos: Stênio Marcius, Jorge Camargo, Tiago Vianna, João Alexandre, Crombie, Josué Rodrigues, Nelson Bomilcar, Baixo e Voz, VPC, Grupos Logos, Carlinhos Veiga, Gladir Cabral, Gerson Borges, Carol Gualberto… – Galera, não deu pra vocês dessa vez! Aliás, quem são vocês mesmo?



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