quarta-feira, 1 de agosto de 2012

LIções da caminhada que não se aprende no seminario!





O Evangelho que aprendi foi:



Gritado num alto falante, amarrado num coqueiral e que despertava os nossos domingos e enchia de som o fim da tarde, onde a humilde pregadora em meio a hinos e histórias bíblicas nos convidava a uma vida diferente.


Transmitido sem palavras, mas com a dignidade de alguns homens e algumas mulheres que eram referência na comunidade, muitos sem nenhum título honorífico, até com um português sofrível, mas com uma vida abundante.


Semeado pelas atitudes de gente que tiveram a ousadia e coragem de abraçar-me, enxugando minhas lágrimas ou chorando junto sem nenhum constrangimento ou exigência, porém, consolando-me com as Sagradas Escrituras.


Solidificado na leitura incessante da Palavra de Deus, com choro e oração, deixando que ela invadisse o meu entendimento e sendo o filtro para pesar todas as coisas. Foi crendo que busquei entender e entendendo cri.


Com pastores e irmãos cujos nomes nunca estarão nos compêndios teológicos, nem nas mídias poderosas, geradoras dos modernos “deuses” evangélicos; mas estão escritos no Livro da Vida, pois exerceram o que Jesus testificou em João 15.13.


Hoje, observo com tristezas os “deuses” evangélicos que não mais necessitam da Bíblia, negam sua veracidade. Já não se satisfazem com Jesus, mas se enamoram de qualquer expressão religiosa. Outros transformaram o estudo bíblico num emaranhado de filosofias e teorias que tornam estranhamente burocrática o acesso do cansado e sobrecarregado ao Evangelho da Vida.


Ei!


Este texto não é um libelo a mediocridade, mas um grito contra a excentricidade e a complexidade que se tornou a fé cristã, contrariando o Mestre que usou uma criança para desconstruir a arrogância humana.


N’Ele, em quem aprendi o Evangelho.


Obs: O texto acima foi  enviado por um amigo  via e-mail, que não adicionou o nome do autor.  Achei muito interessante as palavras e  verdadeiro nas suas colocações; bem diferente da hipocrisia que tem assolado os templos. Que Deus nos ajude!

5 comentários:

  1. Se pudessemos entender qual a profundidade de tão poucas palavras, nos desmanchamavamos diante de tanta hipocrisia gospel acumulada!

    METANÓIA e reforma já!

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  2. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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    1. Obs:Eu exclui comentário anterior por um erro gramatical,grato por permitir novamente.
      Amigo! Confesso que ao ler o texto acima, 2 sentimentos desperta em mim 1* de tristeza por ser verdade que muitos deixaram de preconizar o evangelho puro e saudável .
      2* de alegria em saber que nos dias de hoje existem pessoas que se comprometem em fala de Deus na presença de Deus.
      Que transforma vidas pela lavagem da água que é a palavra de Deus . Grato sou pela tua vida ....

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  3. É UM PRAZER PODER ESTAR COMPARTILHANDO COM OS TRABALHOS POSTADOS DOS IRMÃOS QUE FAZEM PARTE DO GRUPO UNIÃO DOS BLOGUEIROS QUE O QUAL EU TAMBÉM FAÇO PARTE. A PAZ DO SENHOR JESUS.

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  4. paz do Senhor irmão robson.Lendo os posts eu sempre peço a Deus para nos dar sabedoria para simplesmente preservar em mim a chama que arde em meu peito pelas almas que gemem e que estão vivendo em trevas, nas drogas, no crack, na prostituição,ou mesmo numa aparente alegria,mas quando põe a cabeça no travesseiro é apenas uma vida a mais sem alegria, sem paz. Vivemos num mundo que a maior idolatria está sendo o Eu, o amor a si mesmo, por isso essa necessidade de mesmo camuflados de espirituais buscam a fama, o sucesso.

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"Se amássemos mais a glória de Deus, se nos importássemos mais com o bem eterno das almas dos homens, não nos recusaríamos a nos engajar em uma controvérsia necessária, quando a verdade do evangelho estivesse em jogo. A ordenança apostólica é clara. Devemos “manter a verdade em amor", não sendo nem desleais no nosso amor, nem sem amor na nossa verdade, mas mantendo os dois em equilíbrio (...) A atividade apropriada aos cristãos professos que discordam uns dos outros não é a de ignorar, nem de esconder, nem mesmo minimizar suas diferenças, mas discuti-las." John Stott

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